Rodar tráfego pago pra um único negócio e rodar pra uma rede de franquias parecem tarefas parecidas, mas não são. A lógica de campanha muda, o funil muda, e o que conta como "resultado bom" também muda, porque o objetivo final não é uma venda, é um pipeline de candidatos qualificados.

O objetivo não é lead, é candidato qualificado

Numa campanha de e-commerce, um lead barato já é uma vitória parcial. Numa campanha pra vender franquia, um lead que não tem capital de investimento, ou que não passa no perfil comportamental esperado, é custo sem retorno, mesmo que o CPL pareça baixo no relatório.

A segmentação precisa refletir o perfil de investidor

Campanhas pra franquia funcionam melhor quando segmentadas por capacidade de investimento, momento de vida profissional e intenção de empreender, não só por interesse genérico no segmento. Um público amplo demais gera volume, mas derruba a taxa de conversão em candidato real.

O criativo precisa vender um modelo de negócio, não um produto

Quem procura franquia não está comprando um produto, está avaliando um investimento. Os criativos que melhor performam mostram números (ticket médio, payback, suporte da franqueadora), não só o produto ou serviço da marca.

Investimos por conta e risco próprio em toda a operação de mídia e tráfego pago.

O funil não termina no formulário preenchido

Diferente de um e-commerce, onde a conversão acontece no próprio funil digital, uma campanha de franquia entrega o lead pra um processo comercial mais longo: qualificação, apresentação da COF, negociação, assinatura. Se a mídia não estiver conectada a esse funil comercial, é impossível saber o que realmente funciona.

Como a Maxymus opera isso

No pacote Grow, cuidamos da criação de todos os materiais de captação, da operação completa de tráfego pago, e da qualificação e condução dos leads no funil comercial, como uma operação só, com a remuneração atrelada à venda fechada, não ao lead gerado.